Orçamento aposta na redução da dívida e em ganhar folga para usar numa nova crise, que virá. “Não há margem para soluções populistas”, avisa Centeno.
Orçamento aposta na redução da dívida e em ganhar folga para usar numa nova crise, que virá. “Não há margem para soluções populistas”, avisa Centeno.